Um mural gigantesco, que mostra twittadas e fotos de americanos que viajaram ao Canad, promove o turismo para esse destino. A idéia é simples e inspiradora quando se trata de pensar ações promocionais linkadas com redes sociais. Criação da DDB Canadá para Canadiam Tourism Commission.
Em conversas com colegas criativos, é quase consenso que o bom evento traz design simples e cada vez mais com cara de artesanal, mesmo que a marca – ou instituição – patrocinadora esteja alinhada com tecnologia e inovação. Um bom exemplo é o evento Barcelona, Recerca e Innovació: muita madeira conjugada com peças interativas. Espírito de inovação, pegada artesanal. Perfeito!
A criação da identidade visual é da espanhola Astrid Ortiz.
Dica dos amigos Rodrigo e Érika, do bacaníssimo estúdio de design @collecta.
Inspire-se para ativar seus eventos com esse espírito!
Comerciais bem feitos geram alto volume de buzz na blogosfera, geralmente transformando-se em virais. Um exemplo é o último comercial da Nike, Write the Future, criado pela W+K e dirigido pelo cineasta Alejandro Iñarritu, diretor de preciosidades como Amores Brutos e 21 Gramas.
O que pouca gente sabe é que o press kit de lançamento da campanha foi tão bacana quanto o comercial.
Criado pela entalhadora Diem Chau em parceria com a Wieden+Kennedy, o kit traz 6 jogadores mundialmente consagrados entalhados em bastões de giz pastel: Fabio Canavarro, Didier Drogba, Franck Ribery, Robinho, Wanye Rooney e Cristiano Ronaldo.
Os bastões – que apesar de não serem uma cópia fiel de cada jogador, são bem bacanas – foram acondicionados em um box bacanérrimo, criação da W+K.
Quem recebeu o kit que utiliza a arte do entalhe, prática ancestral tão “Mama África”, com inovação? Apenas 11 sortudos.
Há tempos se discute a ação invasiva de algumas ações promocionais. Um exemplo recente é a vuvuzela gigante instalada pela Hyundai no topo de um prédio da Cidade do Cabo, no início da Copa (post refê do Brainstorm9).
Outro exemplo é a ação do hospital Stadt Apotheke que, para lembrar que o Sol pode matar (em função de câncer de pele e outros males), pendurava etiquetas com a inscrição “Sun Kills” nos pés de pessoas que tomavam banho de sol em um dos maiores parques públicos de Zurique (o post refê vem do Comunicadores).
Diferente da segunda ação (em que o principal objetivo é criar polêmica a fim de chamar atenção para o assunto, estratégia bastante utilizada por entidades do Terceiro Setor como forma de mobilizar a sociedade quanto às suas causas), a primeira ação expõe uma marca a todo tipo de reação que a instalação de uma vuvuzela gigante pode gerar, sejam elas positivas ou negativas.
Analisando essas duas propostas, poderíamos afirmar que o futuro da ação promocional caminha para o mesmo destino da publicidade que, por extrapolar limites em nome de uma pretensa criatividade, já sofreu sanções e teve que se readequar? Estaria a comunicação promocional seguindo o mesmo caminho, criando ações que mais parecem criadas como um fim em si mesmas – “ah, a idéia é legal, vai bombar, não vamos nos preocupar com resultados” – do que para gerar benefícios para a marca?
O outro, mais modesto, reaproveita menos pallets, mas é bem mais prático e fácil de ser colocado em prática.
Esta versão, reaproveita o material, criando uma bela mesinha de centro, com espaço para guardar coisas, tipo, controle remoto da televisão, dvds, ou mesmo revistas.
Serve pra casa ou pro escritório e ainda contribui com o meio-ambiente.
Eu não sabia que o rio ficava verde, mas de qualquer forma, fiquei sabendo de duas coisas novas e resolvi trazer aqui.
Para comemorar o St. Patrick´s Day, a cidade de Chigado, tem a tradição de colorir o rio que leva o nome da cidade. Isso desde 1961.
Eles garantem que a tinta usada não causa nenhum problema ambiental, mas não revelam o segredo da coloração.
Esse ano, a Leo Burnett, aproveitou a data festiva e a particularidade da coloração do rio, para divulgar o novo milkshake de menta, do McDonald´s, o Shamrock Shake, comercializado durante as festividades.
A ideia era, insinuar que o Milkshake da rede americana era o causador do efeito que deixava o rio verde.
Uma ação interessante que soube explorar bem uma oportunidade gerada por uma data festiva.
O rio verde já é uma intervenção. Pode-se dizer então que esta foi uma intervenção na intervenção.
Hoje, apesar de dia da mentira, alguns portais e blogs estão chamando a atenção para uma ação de marketing do Vasco da Gama.
A equipe carioca já havia lançado seu uniforme número 3, na minha opinião, bonito, diferente, e como sempre, vendedor.
Mas eles foram muito além disso, explorando ainda mais as oportunidades do símbolo.
Só que talvez eles tenham ido, bem além do que as pessoas esperavam/aceitam.
Isso está gerando muita discussão, o que de qualquer forma, promove o famoso boca-a-boca. Se esse era o objetivo, deu certo.
A ideia é estimular os torcedores a tatuarem a cruz templária na pele e assim colocar o Vasco no Guinnes, o livro dos recordes, com o maior número de tatuagens no mesmo dia.
A tatoo sai de graça e além disso, o trocedor ganha a camiseta, além de uma marca no corpo para o resto da vida.
Discussões à parte, deixo para você ver o vídeo, checar outras opiniões e tirar suas conclusões. Se quiser, comente e mostre o que achou.
Depois de colocar aqui o post sobre intervenção urbana em faixa de pedestres, um usuário do twitter, que não conhecia o blog, me procurou no twitter e mandou mais uma versão desse tipo de intervenção.
Pra quem começa a ler agora, já aviso. Este post não vai ficar pequeno.
Mas se você quiser só conhecer os cases, é só pular direto para os vídeos.
Vamos lá…
Os patrocinadores de esportistas e equipes, estão começando a entender melhor como podem explorar as oportunidades que seus patrocinados oferecem.
Geralmente marcas investem milhões para estampar seus logos nas camisetas de times de futebol, ou para usar jogadores e outros atletas como garotos-propaganda.
Mas essa relação pode e deve ir muito além. A paixão pelos times e pelo esporte em geral, move muita gente e envolve experiências, sentimentos, expectativa e muitas outras coisas.
Hoje, vi um post sobre uma ação que a Bwin, patrocinadora do Real Madrid, criou, fazendo desaparecer 4 jogadores. Isso me lembrou muito de uma ação da Red Bull.
Vou falar desta primeiro e depois retomo a do time espanhol. A iniciativa inovadora, da Red Bull, foi genial. Eles “sumiram” com o atleta de snowboard Shaun White. Neste período, afastado de competições, o site de Shauwn informava que ele voltaria numa data específica.
Seu sumiço despertou a curiosidade de muitos fãs do atleta, da marca, do snowboard, ou simplesmente de quem teve contato com a notícia.
E nesse tempo todo, o atleta estava treinando, em condições perfeitas, numa pista criada só para ele, num lugar de difícil acesso no Colorado, E.U.A., em que só era possível chegar de helicóptero.
Não vou focar no mérito da marca em incentivar o desenvolvimento do atleta, que conseguiu inclusive criar novas manobras com a estrutura montada pela marca. Neste link é possível ver uma opinião mais para o lado esportivo. Vou focar no lado publicitário, apesar de ter ficado fascinado por esta estratégia.
Vejam aqui o vídeo do Projeto X da Red Bull e o site.
Voltando pro sumiço dos jogarodes do Real, neste vídeo abaixo é possível ver o teaser que a agência El Laboratório criou para divulgar uma promoção, pensanda em conjunto com a equipe criativa da Bwin.
Na filmagem, durante um bate-bola descontraído, somem 4 jogadores do time, os 2 brasileiros, Kaká e Marcelo, além do holandês Van der Vart e do espanhol Granero.
A ideia é envolver os torcedores para conseguir salvar o maior clássico da Liga Espanhola, Real Madrid x Barcelona.
Para isso, os internautas precisam encontrar os 4 jogadores desaparecidos, até o dia 10 de Abril, dia do grande jogo.
Quem quiser concorrer a uma viagem com a equipe do Real Madrid, com direito a vivenciar a rotina do time e se hospedar no mesmo hotel com tudo pago, com direito ainda a ingressos para a final da Liga dos Campeões, precisa se inscrever no site oficial e encontrar 4 códigos escondidos na internet.
Cada código irá liberar um jogador, que dará a dica para encontrar o próximo.
Legal ver como pensar diferente e enxergar oportunidades pode trazer bons resultados, gerar visibilidade e aumentar a experiência das pessoas com a marca patrocinadora.
Vale lembrar que o Kaká está machucado e dessa forma pode ser bem utilizado e trazer visibilidade pra marca, fora dos campos, sem ter que promover nenhum evento.
Eu sempre tive vontade de fazer alguma coisa com faixas de pedestres, aquelas listras tão branquinhas, no meio de um monte de cinza das ruas ou da poluição e ninguém faz nada?
Eu achei que ninguém fizesse nada, mas já fizeram e deve ter muito mais por aí, depois que encontrei o primeiro links, achei alguns outros.
Achei a ideia interessante e resolvi dividir aqui.
Esta é antiga, rolou em 2007, na Itália, feita pela MTN Company para divulgar a Semana de Arquitetura e Design, em Salerno.
Além de embelezar a cidade, conseguiu chamar atenção.
Além desses eu tinha umas imagens guardadas no meu arquivo pessoal, sumiu, então recuperei neste link.
O que falam do que a gente fala: