As redes sociais podem servir para muita coisa e dando uma olhada em algumas ações, vi que algo que pode ser extraido de tudo isso como uma conclusão sobre redes sociais é que elas têm um perfil colaborativo.
As pessoas se juntam por assuntos de comum interesse ou qualquer outra coisa, mas o que fica mais claro é que (quase) tudo que é visto, é compartilhado e daí parte o princípio no qual nós publicitários nos baseamos para criarmos ações virais, já que viral é o conteúdo e não o formato.
Mas partindo para uma análise sobre o formato, trago aqui 3 vídeos que mostram como esse lance colaborativo vem sendo explorado e permite ainda muito espaço para ações promocionais.
O primeiro caso ilustra essa leva de orquestra colaborativa, através do projeto, Playing for Change, criado pelo engenheiro de som Mark Johnson, com uma versão colaborativa e emocionante da música “stand by me”, feita somente com artistas de rua, ao redor do mundo:
O segundo caso, já mostrado aqui é um case brasileiro premiado em Cannes, o vídeo de Mil Casmurros explica tudo, veja abaixo:
E por final, fica esse mais recente, segundo Blog Adivertido, fonte do post: “A ação faz parte da campanha de divulgação do Europe Music Awards, que a MTV faz em parceria com a Dell.”
As pessoas são convidadas a mandar um vídeo cantando a clássica música “Lollipop” e os mais votados ganham convites para assistir o MTV EMA em Berlim.
O prêmio é relevante, a mecânica é simples e nem precisa dizer que é sucesso garantido.
Esse é um exemplo de como essa característica colaborativa da internet pode ser explorada e mais do que isso, como unir numa ação só:
PRÊMIO ASPIRACIONAL + CONTEÚDO VIRAL + PROTAGONISTAS COMO PROPAGADORES DA MENSAGEM.
Há alguns dias recebemos aqui na agência umas canecas laranjas da Plano1. Como elas são totalmente laranjas e sem aplicação de nenhuma identidade visual da Plano1, ficamos livres para dar uma personalizada e deixar cada caneca com a cara do dono.
O Styfens, passou aqui uma dica que pode ser útil pra quem quer dar uma caracterizada nas canecas, escolha então seu bigodão.
Há algum tempo atrás, fiz um post aqui por indicação do Styfens. O post mostrava uma ação da Rexona que projetava em muros de ruas e casas algumas manobras de parkour, junto com efeitos de lazer.
Esta ação se apropriou do Parkour, desenvolvendo outros tipos de divulgação, além das projeções.
Esta técnica chama-se Beamvertising e vem sendo cada vez mais utilizada pelos guerrilheiros e marcas de atitude ao redor do mundo.
Quem chamou a atenção para este assunto foi o Fábio da criação.
Fica a dica de alguns vídeos que mostram esta técnica de guerrilha:
Assim como toda rede social, o twitter tem atraido muitas empresas, promoções e pessoas que tentam se promover através da plataforma de micro-blogging.
Como tudo que envolve publicidade, muitos fazem o feijão com arroz, muitos fazem besteira e alguns poucos são geniais.
Um desses geniais na minha opinião, é o caso do site do cantor, surfista e diretor havaiano, Jack Johnson, que para promover seu novo álbum “En Concert”, sugere uma troca: UMA TWITTADA POR UMA MÚSICA.
Ao invés de vir com um discurso contra a pirataria, Jack Johnson dá uma solução para isso.
Entrando no site é possível trocar um post no twitter por um mp3 do cantor que lança seu álbum dia 27 de Outubro desse ano.
Muito legal a forma de usar o twitter, a forma de encarar e combater a pirataria online, a forma de promover o novo CD e a forma de arranjar mídia “espontânea” (estimulada).
As ferramentas estão aí, bora pensar e usar com criatividade.
Como ontem foi o Dia Mundial Sem Carro e por coincidência recebi este link do Renato do Atendimento, resolvi trazer esta novidade para todos aqui.
O trânsito é realmente uma preocupação da vida urbana. Não conheço ninguém que mora em cidade grande e nunca reclamou da grande quantidade de carros ou do tempo gasto para chegar a qualquer lugar da cidade.
Para resolver este problema, o inventor Grant Ryan e o engenheiro Peter Higgins, da Nova Zelândia, desenvolveram um meio de locomoção individual, bonito, diferente e eficiente, que não chega a ser tão perigoso quanto uma moto, nem tão desgastante quanto uma bicicleta.
Uma espécie de bicicleta elétrica, que atinge cerca de 20 Km/h e que os pés não são usados para pedalar eles ficam somente apoiados, nos pedais, enquanto o processo de aceleração e frenagem é controlado, cada um por uma mão, assim como numa moto.
Veja em vídeo para ter uma idéia melhor:
Aqui para São Paulo, acho que cabe muito bem uma dessas, ainda mais porque é bem fácil de guardar e pesa menos de 10 kg.
Para usar precisa ter entre 1,60m e 1,95m e o peso total em cima de uma YikeBike, não pode ultrapassar 100kg.
Mas mesmo com todo o tipo de limitação, parece ser bem mais seguro que uma moto e bem mais confortável e caro que uma bicicleta.
Potobooth. Traduzindo para o português, são cabines fotográficas inflavéis cheias de estilo.
Resgatam aquele mood bacana de juntar um monte de gente em uma cabine e tirar fotos super divertidas. Basta monta-la no seu evento e deixar os convidados posarem a vontade. As fotos digitais são enviadas para um hotsite onde podem ser baixadas para que sejam impressas ou simplesmente compartilhadas.
As fotos podem sair num template personalizado.
Solução simples e descolada. Vamos ver se chega por aqui.
Segunda-feira de manhã e o Google Reader bombando de novidades nos blogs de sempre.
Mas dentre todas, selecionei esta que vi no Marketing de Cozinha. Legal, porque mostra uma ação de divulgação apoiada em blogueiros, que foi feita de forma bem interessante e que estimula a publicação da matéria por parte do blogueiro.
A ação em si, foi feita para a Hellmann’s e tinha a intenção de mostrar novos usos da maionese no preparo de pratos.
Para isso, foi enviado para blogueiros, uma caixa com o produto, um prato com um código visual de realidade aumentada e instruções para uso dela.
Entrando no site, o blogueiro mostrava o prato, e assim como em outras ações que se utilizam de realidade aumentada, a webcam lia o código visual e projetava uma imagem.
Que nesse caso era um prato bacanudo, obviamente, com uso da maionese Hellmann’s.
Legal a forma de aplicar a realidade aumentada, fora do formato dos típicos cartões com o código visual aplicado.
Doritos já havia inovado, colocando o código em suas embalagens, mas essa do prato eu nunca tinha visto.
Receber um prato desses lembra também um pouco o matrix, com o bife de mentira. Não ia ser legal ver isso numa hora de fome e geladeira vazia, mas em todo o caso, para o objetivo traçado, a ação funciona!
Quando falo de branding, sempre pergunto pras pessoas, qual é o produto que alguém pode comprar e que mais valoriza ao longo dos anos.
Muita gente acha que é o vinho.
Mas, eu particularmente acho que é o bicho de estimação, mais particularmente o cachorro.
E basta uma análise simples.
Imagine que alguém pagou 500 reais para comprar um cachorro.
Se por acaso, daqui 3 anos, quem vendeu o animal, quiser comprar de volta, dificilmente haverá dinheiro que o compre.
E mais do que isso. Se um dia o cachorro sumir e alguém encontrar e pedir uma certa quantia para o dono reaver o querido pet, certamente o dono estará disposto a pagar muito mais do que o valor gasto na compra.
Isso não é um estímulo à sequestros de animais! Mas é só pra mostrar como esses bichinhos são valiosos para o dono.
Por isso, existe tanta coisa neste ramo e garimpando pela net, encontrei num blog muito legal, o Bem Legaus, este produto que dá uma forcinha, pra quem perdeu o cachorro. É uma coleira que além de ser antipulgas, possui um pequeno gravador onde se pode deixar mensagens e orientações para quem encontrar o cachorro perdido.
Nada como indicar o endereço e telefone dos donos, pra facilitar a volta do cachorro pra casa, afinal este é na minha opinião, o produto que mais se valoriza conforme o tempo, mas é claro que a curto prazo, porque se considerar 50 anos, concordo que o vinho valoriza mais.
O que falam do que a gente fala: